Você provavelmente cresceu ouvindo seu pai falando “aqui em casa, quem dá a palavra final sou eu”, certo? Já faz um tempinho que esta frase ganhou uma complementação, a palavra final do homem em casa passou a ser “sim, senhora”. E hoje isto é cada vez mais evidente, a ponto de em alguns países as mulheres estarem no comando do governo, como é o caso do Brasil e da Argentina. Esse cenário comprova o quanto o poder de decisão da mulher está cada vez mais forte, definindo, inclusive onde o dinheiro da família vai ser investido – decisão que tradicionalmente era tomada pelos homens. E o setor de imóveis não fica de fora desta tendência.


Quer um exemplo disso? Alexandre Alvarenga de Souza (administrador) sempre levava opções de empreendimentos para a avaliação da esposa, Kelly Rodrigues Silveira (psicóloga). Depois de analisar localização, preço e planta do imóvel foi a Kelly quem decidiu a compra, há cinco meses, no empreendimento Itaúna Aldeia Parque, na Serra.

As estatísticas também comprovam esta tendência de expansão das mulheres para além do lar, ganhando espaços na área profissional e, consequentemente, financeira. Atualmente, o sexo feminino já representa mais de 40% da População Economicamente Ativa (PEA). No setor imobiliário, dados da Caixa Econômica Federal, referentes à contratação de financiamentos habitacionais, apontam que nos últimos dez anos o percentual de mulheres que contratam esse serviço cresceu. Em 2000, as mulheres representaram 30,2% das contratações em território nacional e no ano passado saltaram para 36,1% dos contratos.

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